Classe de Ativo · Crédito

A venda já aconteceu.
O capital pode circular.

Direitos de pagamento originados em relações comerciais, analisados pela origem, pelo fluxo e pela capacidade de pagamento da empresa sacada.

Consulte os documentos e riscos de cada oferta. Resultados e prazos não são garantidos.

Imagem editorial gerada por IA de mercadorias em um centro de distribuição fictício, sem marcas ou clientes identificados.
O ativo: um pagamento a receberImagem ilustrativa
O que sustenta o potencial de retorno

O prazo de quem compra não precisa ser o prazo de quem fornece.

Uma empresa pode entregar um produto ou prestar um serviço hoje e receber depois. Enquanto isso, precisa pagar equipe, estoque e outras despesas. Antecipar um recebível permite obter caixa antes do vencimento.

A operação adquire o direito por um valor menor que o pagamento esperado. Essa diferença pode remunerar o capital e os riscos assumidos, depois das despesas. A análise precisa considerar tanto a empresa devedora quanto a validade do crédito cedido.

Consultar as referências

Deságio negociado na origem

O fornecedor recebe antes e aceita um desconto. A diferença entre aquisição e liquidação é a fonte potencial de resultado, depois de comissões, despesas e eventuais perdas.

Pagamento que precisa ser analisado

O sacado é responsável pela obrigação comercial. Sua capacidade de pagamento importa, mas a análise também deve verificar entrega, cessão, titularidade e obrigações do fornecedor.

Prazo e giro com disciplina

Vencimentos definidos permitem organizar o fluxo esperado. Novas aquisições podem formar outros ciclos, mas cada uma exige análise. Giro não garante distribuição nem liquidez imediata.

A economia do ativo

Mercadoria entregue.
Um direito a receber.

O fornecedor precisa de caixa antes do vencimento. A antecipação transforma o recebível em liquidez, enquanto a operação passa a acompanhar o pagamento da empresa compradora, chamada de sacado.

Relação comercial

Venda ou serviço que origina o recebível.

Cessão com deságio

Documentação e antecipação ao fornecedor.

Liquidação pelo sacado

Pagamento direcionado conforme a estrutura contratual.

  1. 01

    Originação do recebível

    Identificamos fornecedores de grandes empresas com faturas a prazo e necessidade de capital de giro. A DSG valida o recebível e a relação comercial com o sacado.

  2. 02

    Estruturação da oferta

    A operação é estruturada com o deságio acordado, o prazo até o vencimento e a análise de risco do sacado. Todos os documentos ficam disponíveis para consulta antes do investimento.

  3. 03

    Cessão e antecipação

    A operação formaliza a aquisição do direito e antecipa o valor ao fornecedor, conforme a estrutura e as verificações previstas nos documentos.

  4. 04

    Cobrança e apuração

    Os vencimentos e pagamentos são acompanhados. A apuração considera despesas, atrasos, perdas e as condições de distribuição ou reinvestimento.

Valor liquidado−Antecipação e despesas=Resultado da operação

Modelo simplificado. Apuração, reservas, participação e distribuição seguem os documentos da oferta.

Acompanhamento da operação

Cada vencimento precisa virar caixa.

O acompanhamento considera títulos a vencer, pagamentos realizados, atrasos e concentração por devedor. O resultado precisa ser apurado depois das despesas e das regras de remuneração.

  • Vencimentos
  • Liquidações e atrasos
  • Concentração por sacado
Resultado e distribuição

O contrato define.
O realizado confirma.

Ciclo curto não significa resgate imediato. A frequência de distribuição, eventual reinvestimento e prazo de saída são definidos nos documentos da oferta.

Referências para a análise

O crédito começa
na operação comercial.

O Banco Central explica o papel da duplicata: representar um pagamento futuro por uma venda a prazo ou por um serviço. É um exemplo de como a economia real origina direitos creditórios.

Origem

Venda ou serviço documentado

A relação comercial precisa existir e ser verificável. Nota fiscal, entrega, aceite e condições de pagamento ajudam a analisar o lastro.

Rastreio

Da emissão à liquidação

No modelo de duplicata escritural descrito pelo BC, sistemas eletrônicos permitem acompanhar registros e negociações. A forma de registro aplicável deve ser verificada em cada oferta.

Fonte: Banco Central, conteúdo sobre duplicatas escriturais, consultado em outubro de 2026. Nem todo recebível tem a mesma estrutura. Registro e documentação não eliminam inadimplência, contestação ou fraude.

Antes da decisão

O potencial chama atenção.
A análise sustenta a decisão.

Preço, documentos e execução precisam fazer sentido juntos. Estas são as perguntas que aproximam a tese da realidade de cada operação.

Aprofundar a análise de um recebível

A entrega sustenta a cobrança?

A análise vai além da fatura. Divergências comerciais, devoluções e compensações podem alterar o valor exigível.

O que consultarContrato, documento fiscal, entrega e aceite quando aplicável

Quem deve e quem pode receber?

A capacidade do sacado importa, assim como a titularidade do crédito, cessões anteriores e o direcionamento do pagamento.

O que consultarAnálise de crédito, cessão e registro quando aplicável

O prazo da oferta é o da fatura?

Uma carteira pode reinvestir em vários ciclos. O vencimento de um título não equivale, necessariamente, à data de saída do investidor.

O que consultarVencimentos, concentração, regras de reinvestimento e saída
Quem faz o quê

Responsabilidades claras.
Participação documentada.

A estrutura de cada projeto define as obrigações, a remuneração e o acompanhamento. Conhecer cada papel faz parte da análise.

Fornecedor

Ceder um direito de recebimento

Recebe a antecipação e formaliza a cessão. A existência da relação comercial e as obrigações do cedente continuam relevantes.

Empresa sacada

Liquidar a obrigação comercial

É a compradora do produto ou serviço e devedora do recebível. Seu porte, por si só, não elimina o risco de crédito.

DSG Capital e comunidade

Analisar, documentar e acompanhar

A DSG apresenta a estrutura e os documentos. Cada membro avalia lastro, prazo, remuneração, riscos e condições antes de decidir.

Risco faz parte da tese

Uma fatura tem vencimento.
O pagamento ainda tem risco.

Há possibilidade de perda do capital investido e ausência de liquidez diária. Os riscos não se limitam a esta página. Consulte os documentos e avalie a adequação da oferta ao seu horizonte.

Risco de crédito do sacado

Ainda que o devedor seja uma empresa de grande porte, há risco de atraso ou inadimplência no pagamento da fatura.

O que analisar: Analisamos capacidade de pagamento, histórico e relação comercial do sacado, priorizando devedores com perfil de crédito compatível com a operação.

Risco de validade do recebível

O recebível pode ser contestado por divergências na entrega ou no contrato de fornecimento.

O que analisar: A diligência verifica contrato, fatura e evidências da entrega ou prestação que originou o crédito antes da antecipação.

Risco de liquidez

Embora o ciclo seja curto, o capital fica comprometido até o vencimento da operação. Não há resgate antecipado garantido antes do pagamento da fatura.

O que analisar: O vencimento e a ausência de resgate antecipado são apresentados antes do aporte. Operações de ciclo definido ajudam o investidor a compatibilizar o prazo com sua necessidade de liquidez.

Risco de concentração

Operações ligadas a um único sacado concentram risco nesse devedor.

O que analisar: A exposição ao sacado é identificada nos documentos da oportunidade. Quando há ofertas com devedores diferentes, o investidor pode distribuir os aportes para reduzir concentração.

Para continuar a análise

Perguntas
importantes.

Quem paga o investidor no final da operação?

A empresa sacada deve liquidar o recebível comercial. O direcionamento do pagamento e o repasse ao investidor dependem da estrutura da operação. A análise também considera validade do crédito, obrigações do cedente e eventuais garantias. Não se deve presumir pagamento direto ou garantido ao investidor.

Como a DSG é remunerada?

A DSG adquire o recebível com deságio: paga ao fornecedor um valor à vista menor que o valor de face da fatura. A diferença, recebida no vencimento, remunera a operação. Parte dela corresponde à comissão da DSG, detalhada em cada oferta.

Qual é o prazo típico de uma operação?

Cada recebível tem seu vencimento, mas o prazo da participação pode abranger vários ciclos e regras de reinvestimento. Consulte o cronograma, a frequência de distribuição e as condições de saída da oferta. Vencimento curto não significa resgate imediato.

O que acontece se a grande empresa atrasar o pagamento?

A operação prevê o acompanhamento da cobrança e, quando aplicável, encargos por atraso. A DSG divulga o status de cada operação, e atrasos relevantes entram em protocolo de cobrança junto ao sacado.

Há cobrança de IR sobre o resultado?

Sim. Os rendimentos seguem a tributação aplicável à estrutura de cada operação, detalhada no material informativo antes do investimento. O informe é disponibilizado na plataforma para a sua declaração.

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