Tese de investimento · Eletropostos

A mobilidade muda.
O valor está na
infraestrutura.

Infraestrutura de recarga com distribuições mensais e um dashboard para acompanhar cada recarga. Conheça o que sustenta a receita e os riscos da operação.

Os valores distribuídos dependem do resultado da operação e das condições da oferta. Não são fixos nem garantidos.

Carro conectado ao carregador Troove em Atibaia, com vagas de recarga demarcadas.
AtibaiaFotografia do ponto
O que sustenta o potencial de retorno

O mesmo ativo.
Receita a cada recarga.

A atratividade está na combinação de uso recorrente, margem por recarga e investimento inicial bem dimensionado. Uma infraestrutura já instalada pode gerar novas receitas a cada atendimento.

Com demanda e margem positiva, ampliar a utilização pode melhorar o resultado. É essa relação entre receita, custos e capital investido que sustenta o potencial econômico de um ponto.

Da receita à distribuição

Margem em cada recarga

O preço cobrado remunera a energia e o serviço de recarga. Descontados o custo da energia, as perdas e os demais custos variáveis, a margem contribui para cobrir a operação e formar resultado.

Mais uso, melhor diluição dos custos

O mesmo carregador pode atender diferentes veículos ao longo do dia. Quando o volume cresce dentro da capacidade instalada, os custos fixos são divididos entre mais recargas, sem necessariamente exigir outro equipamento.

Capital bem empregado

O retorno depende do resultado distribuível em relação ao capital investido. Implantação eficiente, localização e disponibilidade do equipamento importam tanto quanto o faturamento.

Brasil · Fevereiro de 2026

Uma frota que precisa
de infraestrutura.

O levantamento da ABVE e da Tupi ajuda a dimensionar o mercado de recarga.

Veículos plug-in em circulação
411.869
Elétricos a bateria e híbridos plug-in, que podem ser recarregados na tomada.
Pontos públicos e semipúblicos
21.061
Rede de recarga nacional, com crescimento de 42% em relação a fevereiro de 2025.

A frota também utiliza recarga residencial e corporativa. Os dados nacionais contextualizam a tese, mas não medem a demanda ou a rentabilidade de um endereço. Baixa utilização, energia mais cara e indisponibilidade podem reduzir ou eliminar o resultado.

A economia de uma recarga

A recarga é o serviço.
A infraestrutura é a tese.

Eletropostos são pontos de recarga que podem gerar receita pelo uso. Para o investidor, a questão não é apenas quantos carros elétricos circulam, mas quanto cada endereço é utilizado e o que resta depois dos custos.

Da rede elétrica à recarga do veículoIlustração conceitual de energia passando da rede por um carregador até um carro. Não representa dados de operação em tempo real.REDE ELÉTRICACARREGADORUTILIZAÇÃO
  1. 01

    Energia entregue

    A utilização do ponto determina o volume de energia vendido. Um equipamento instalado pode passar períodos sem uso.

  2. 02

    Receita da recarga

    O valor cobrado e o volume utilizado formam a receita bruta, conforme o modelo comercial do projeto.

  3. 03

    Custos da operação

    Energia, uso do local, manutenção, gestão, tributos e outras despesas reduzem o resultado disponível.

  4. 04

    Resultado distribuível

    Somente após a apuração e as reservas previstas no contrato pode haver distribuição. Ela não é garantida.

Receita brutaCustos e reservasBase para distribuição

Modelo simplificado. A apuração e a participação de cada investidor seguem os documentos da oferta.

Transparência na operação

Cada recarga,
no dashboard.

O dashboard permite acompanhar cada recarga da operação em uma aplicação separada da plataforma DSG Capital.

A DSG também envia cartas mensais aos investidores com os dados operacionais de cada eletroposto. Assim, o acompanhamento reúne o detalhe das recargas e uma visão mensal da operação.

Distribuições mensais

O resultado de cada mês.
Com acompanhamento.

A tese prevê distribuições mensais dos resultados. O valor de cada mês depende da utilização dos pontos, das despesas, das reservas e das regras da oferta. A periodicidade mensal não significa renda fixa ou distribuição garantida.

Da tese ao espaço físico

O ativo tem endereço.
E pode ser visto de perto.

Carregador, conexão e vagas demarcadas. Os registros mostram diferentes configurações de infraestrutura. As condições econômicas e contratuais precisam ser analisadas projeto a projeto.

Antes da decisão

Um bom equipamento
não basta.
O ponto precisa fazer sentido.

A análise começa no endereço e termina nos documentos. Estas são três perguntas que ajudam a separar uma tendência de mercado de um projeto viável.

Aprofundar a leitura sobre receita

O endereço faz sentido?

Frota no entorno, acesso, concorrência e tempo de permanência. Crescimento nacional não substitui demanda local.

O que consultarEstudo do ponto e cenários de utilização

A estrutura está pronta?

Conexão elétrica, capacidade disponível, obra e equipamento. O cronograma precisa considerar dependências e custos de implantação.

O que consultarOrçamento, cronograma e condições de conexão

Os contratos sustentam a operação?

Uso do espaço, responsabilidades do operador, manutenção, despesas e saída. O contrato precisa acompanhar a vida útil do projeto.

O que consultarContratos, obrigações e regras de distribuição
Quem faz o quê

Operação especializada.
Participação documentada.

A Troove estrutura e opera os projetos. A DSG Capital investe junto com a comunidade, disponibiliza os documentos e acompanha os resultados. As responsabilidades de cada parte constam dos contratos.

Veja um ponto em operação.
Troove

Do projeto à operação

Estruturação do projeto, construção e operação dos carregadores.

DSG Capital

Comunidade e acompanhamento

Participação junto com os investidores, acesso aos documentos e envio de cartas mensais com os dados operacionais de cada eletroposto.

Investidor

Decisão com informação

Análise dos riscos e das condições de participação, distribuição e saída de cada oferta.

Risco faz parte da tese

Infraestrutura real
não significa
resultado garantido.

Há possibilidade de perda do capital investido. A receita pode variar, a implantação pode atrasar e a saída pode ser limitada. Esta tese não substitui a análise dos documentos da oferta.

Demanda abaixo do esperado

Baixa utilização, concorrência ou mudanças no perfil do entorno podem reduzir a receita. Um carregador instalado não garante demanda.

O que analisar: Estudo de demanda local e cenários de utilização, inclusive abaixo do esperado.

Indisponibilidade e tecnologia

Falhas, interrupções de energia, manutenção ou mudanças tecnológicas podem limitar o uso e exigir novos gastos.

O que analisar: Responsabilidades do operador, condições de manutenção, garantias dos equipamentos e reservas previstas no contrato.

Implantação e custos

Atrasos na obra ou na conexão elétrica podem adiar receitas. Energia, uso do espaço e outras despesas podem custar mais do que o previsto.

O que analisar: Orçamento, cronograma, dependências de terceiros, despesas recorrentes e sensibilidade do resultado aos custos.

Regulação e contratos

Mudanças na regulação, na tributação ou nas condições de uso do local podem afetar a continuidade e a viabilidade econômica do projeto.

O que analisar: Contratos de uso do espaço, obrigações das partes, hipóteses de encerramento e tratamento de mudanças regulatórias.

Liquidez e perda de capital

Não há liquidez diária. Pode ser necessário manter o capital alocado por longo período, e existe possibilidade de perda parcial ou total do valor investido.

O que analisar: Prazo, regras de saída, eventual transferência da participação e compatibilidade com a necessidade de liquidez. Não utilizar recursos da reserva de emergência.

Para continuar a análise

Perguntas
importantes.

Como é gerada a receita de um eletroposto?

A receita vem da cobrança pelo uso do carregador, conforme o modelo comercial de cada projeto. O volume utilizado e o preço cobrado compõem a receita bruta. Custos, despesas, tributos e reservas previstos no contrato precisam ser considerados antes de uma eventual distribuição.

O que pode tornar um eletroposto rentável?

A combinação de utilização, margem por recarga e capital investido. O mesmo equipamento pode atender diferentes veículos e, quando o volume cresce dentro da capacidade instalada, os custos fixos são diluídos entre mais recargas. O preço cobrado precisa cobrir energia, perdas e demais custos. Localização, disponibilidade e custo de implantação também influenciam o resultado. O crescimento da frota não garante demanda em um endereço, e baixa utilização ou despesas elevadas podem gerar prejuízo.

A receita da recarga é integralmente repassada ao investidor?

Não. Receita bruta e resultado distribuível são diferentes. Energia, uso do local, operação, manutenção e demais despesas afetam o resultado. A participação do investidor, as reservas e as regras de apuração e distribuição constam dos documentos de cada oferta. Não há garantia de distribuição.

As distribuições são mensais?

A tese prevê distribuições mensais dos resultados, conforme as condições de cada oferta. Os valores dependem da utilização dos pontos, das despesas, das reservas e da apuração da operação. A periodicidade mensal não representa renda fixa ou garantia de distribuição.

É possível acompanhar cada recarga?

Sim. O dashboard permite acompanhar cada recarga da operação em uma aplicação separada da plataforma DSG Capital. A DSG também envia cartas mensais aos investidores com os dados operacionais de cada eletroposto, complementando o acompanhamento das recargas com uma visão mensal da operação.

As fotos representam os ativos de uma oferta específica?

As fotografias apresentam diferentes pontos e configurações de infraestrutura de recarga. Elas não substituem a relação de ativos de uma oferta. Para confirmar quais endereços e equipamentos integram determinado projeto, consulte seus documentos na plataforma.

Qual é o prazo e como funciona a saída?

O prazo, as hipóteses de encerramento e as condições de transferência ou saída dependem dos contratos de cada oferta. Não há liquidez diária. A participação deve ser compatível com recursos que possam permanecer alocados no longo prazo, sem comprometer a reserva de emergência.

Como consultar as condições e a tributação?

Após o cadastro, consulte os documentos dos projetos disponíveis na plataforma. A tributação depende da estrutura da operação, da natureza dos pagamentos e da situação do investidor. Não presuma isenção ou uma tabela única de imposto; confirme as condições e procure orientação profissional quando necessário.

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