A mobilidade muda.
O valor está na
infraestrutura.
Infraestrutura de recarga com distribuições mensais e um dashboard para acompanhar cada recarga. Conheça o que sustenta a receita e os riscos da operação.
Os valores distribuídos dependem do resultado da operação e das condições da oferta. Não são fixos nem garantidos.

O mesmo ativo.
Receita a cada recarga.
A atratividade está na combinação de uso recorrente, margem por recarga e investimento inicial bem dimensionado. Uma infraestrutura já instalada pode gerar novas receitas a cada atendimento.
Com demanda e margem positiva, ampliar a utilização pode melhorar o resultado. É essa relação entre receita, custos e capital investido que sustenta o potencial econômico de um ponto.
Da receita à distribuiçãoMargem em cada recarga
O preço cobrado remunera a energia e o serviço de recarga. Descontados o custo da energia, as perdas e os demais custos variáveis, a margem contribui para cobrir a operação e formar resultado.
Mais uso, melhor diluição dos custos
O mesmo carregador pode atender diferentes veículos ao longo do dia. Quando o volume cresce dentro da capacidade instalada, os custos fixos são divididos entre mais recargas, sem necessariamente exigir outro equipamento.
Capital bem empregado
O retorno depende do resultado distribuível em relação ao capital investido. Implantação eficiente, localização e disponibilidade do equipamento importam tanto quanto o faturamento.
Uma frota que precisa
de infraestrutura.
O levantamento da ABVE e da Tupi ajuda a dimensionar o mercado de recarga.
- Veículos plug-in em circulação
- 411.869
- Elétricos a bateria e híbridos plug-in, que podem ser recarregados na tomada.
- Pontos públicos e semipúblicos
- 21.061
- Rede de recarga nacional, com crescimento de 42% em relação a fevereiro de 2025.
A frota também utiliza recarga residencial e corporativa. Os dados nacionais contextualizam a tese, mas não medem a demanda ou a rentabilidade de um endereço. Baixa utilização, energia mais cara e indisponibilidade podem reduzir ou eliminar o resultado.
A recarga é o serviço.
A infraestrutura é a tese.
Eletropostos são pontos de recarga que podem gerar receita pelo uso. Para o investidor, a questão não é apenas quantos carros elétricos circulam, mas quanto cada endereço é utilizado e o que resta depois dos custos.
- 01
Energia entregue
A utilização do ponto determina o volume de energia vendido. Um equipamento instalado pode passar períodos sem uso.
- 02
Receita da recarga
O valor cobrado e o volume utilizado formam a receita bruta, conforme o modelo comercial do projeto.
- 03
Custos da operação
Energia, uso do local, manutenção, gestão, tributos e outras despesas reduzem o resultado disponível.
- 04
Resultado distribuível
Somente após a apuração e as reservas previstas no contrato pode haver distribuição. Ela não é garantida.
Modelo simplificado. A apuração e a participação de cada investidor seguem os documentos da oferta.
Cada recarga,
no dashboard.
O dashboard permite acompanhar cada recarga da operação em uma aplicação separada da plataforma DSG Capital.
A DSG também envia cartas mensais aos investidores com os dados operacionais de cada eletroposto. Assim, o acompanhamento reúne o detalhe das recargas e uma visão mensal da operação.
O resultado de cada mês.
Com acompanhamento.
A tese prevê distribuições mensais dos resultados. O valor de cada mês depende da utilização dos pontos, das despesas, das reservas e das regras da oferta. A periodicidade mensal não significa renda fixa ou distribuição garantida.
O ativo tem endereço.
E pode ser visto de perto.
Carregador, conexão e vagas demarcadas. Os registros mostram diferentes configurações de infraestrutura. As condições econômicas e contratuais precisam ser analisadas projeto a projeto.
Atibaia
O equipamento, a vaga e o acesso precisam funcionar como uma única experiência.
Um bom equipamento
não basta.
O ponto precisa fazer sentido.
A análise começa no endereço e termina nos documentos. Estas são três perguntas que ajudam a separar uma tendência de mercado de um projeto viável.
Aprofundar a leitura sobre receitaO endereço faz sentido?
Frota no entorno, acesso, concorrência e tempo de permanência. Crescimento nacional não substitui demanda local.
O que consultarEstudo do ponto e cenários de utilizaçãoA estrutura está pronta?
Conexão elétrica, capacidade disponível, obra e equipamento. O cronograma precisa considerar dependências e custos de implantação.
O que consultarOrçamento, cronograma e condições de conexãoOs contratos sustentam a operação?
Uso do espaço, responsabilidades do operador, manutenção, despesas e saída. O contrato precisa acompanhar a vida útil do projeto.
O que consultarContratos, obrigações e regras de distribuiçãoOperação especializada.
Participação documentada.
A Troove estrutura e opera os projetos. A DSG Capital investe junto com a comunidade, disponibiliza os documentos e acompanha os resultados. As responsabilidades de cada parte constam dos contratos.
Do projeto à operação
Estruturação do projeto, construção e operação dos carregadores.
Comunidade e acompanhamento
Participação junto com os investidores, acesso aos documentos e envio de cartas mensais com os dados operacionais de cada eletroposto.
Decisão com informação
Análise dos riscos e das condições de participação, distribuição e saída de cada oferta.
Infraestrutura real
não significa
resultado garantido.
Há possibilidade de perda do capital investido. A receita pode variar, a implantação pode atrasar e a saída pode ser limitada. Esta tese não substitui a análise dos documentos da oferta.
Demanda abaixo do esperado
Baixa utilização, concorrência ou mudanças no perfil do entorno podem reduzir a receita. Um carregador instalado não garante demanda.
O que analisar: Estudo de demanda local e cenários de utilização, inclusive abaixo do esperado.
Indisponibilidade e tecnologia
Falhas, interrupções de energia, manutenção ou mudanças tecnológicas podem limitar o uso e exigir novos gastos.
O que analisar: Responsabilidades do operador, condições de manutenção, garantias dos equipamentos e reservas previstas no contrato.
Implantação e custos
Atrasos na obra ou na conexão elétrica podem adiar receitas. Energia, uso do espaço e outras despesas podem custar mais do que o previsto.
O que analisar: Orçamento, cronograma, dependências de terceiros, despesas recorrentes e sensibilidade do resultado aos custos.
Regulação e contratos
Mudanças na regulação, na tributação ou nas condições de uso do local podem afetar a continuidade e a viabilidade econômica do projeto.
O que analisar: Contratos de uso do espaço, obrigações das partes, hipóteses de encerramento e tratamento de mudanças regulatórias.
Liquidez e perda de capital
Não há liquidez diária. Pode ser necessário manter o capital alocado por longo período, e existe possibilidade de perda parcial ou total do valor investido.
O que analisar: Prazo, regras de saída, eventual transferência da participação e compatibilidade com a necessidade de liquidez. Não utilizar recursos da reserva de emergência.
Perguntas
importantes.
Como é gerada a receita de um eletroposto?
A receita vem da cobrança pelo uso do carregador, conforme o modelo comercial de cada projeto. O volume utilizado e o preço cobrado compõem a receita bruta. Custos, despesas, tributos e reservas previstos no contrato precisam ser considerados antes de uma eventual distribuição.
O que pode tornar um eletroposto rentável?
A combinação de utilização, margem por recarga e capital investido. O mesmo equipamento pode atender diferentes veículos e, quando o volume cresce dentro da capacidade instalada, os custos fixos são diluídos entre mais recargas. O preço cobrado precisa cobrir energia, perdas e demais custos. Localização, disponibilidade e custo de implantação também influenciam o resultado. O crescimento da frota não garante demanda em um endereço, e baixa utilização ou despesas elevadas podem gerar prejuízo.
A receita da recarga é integralmente repassada ao investidor?
Não. Receita bruta e resultado distribuível são diferentes. Energia, uso do local, operação, manutenção e demais despesas afetam o resultado. A participação do investidor, as reservas e as regras de apuração e distribuição constam dos documentos de cada oferta. Não há garantia de distribuição.
As distribuições são mensais?
A tese prevê distribuições mensais dos resultados, conforme as condições de cada oferta. Os valores dependem da utilização dos pontos, das despesas, das reservas e da apuração da operação. A periodicidade mensal não representa renda fixa ou garantia de distribuição.
É possível acompanhar cada recarga?
Sim. O dashboard permite acompanhar cada recarga da operação em uma aplicação separada da plataforma DSG Capital. A DSG também envia cartas mensais aos investidores com os dados operacionais de cada eletroposto, complementando o acompanhamento das recargas com uma visão mensal da operação.
As fotos representam os ativos de uma oferta específica?
As fotografias apresentam diferentes pontos e configurações de infraestrutura de recarga. Elas não substituem a relação de ativos de uma oferta. Para confirmar quais endereços e equipamentos integram determinado projeto, consulte seus documentos na plataforma.
Qual é o prazo e como funciona a saída?
O prazo, as hipóteses de encerramento e as condições de transferência ou saída dependem dos contratos de cada oferta. Não há liquidez diária. A participação deve ser compatível com recursos que possam permanecer alocados no longo prazo, sem comprometer a reserva de emergência.
Como consultar as condições e a tributação?
Após o cadastro, consulte os documentos dos projetos disponíveis na plataforma. A tributação depende da estrutura da operação, da natureza dos pagamentos e da situação do investidor. Não presuma isenção ou uma tabela única de imposto; confirme as condições e procure orientação profissional quando necessário.
Conheça as oportunidades
em eletropostos.
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