Classe de Ativo · Eletropostos

Infraestrutura de recarga para uma frota em transição.

Estações de recarga avaliadas por localização, demanda, implantação, operação e capacidade de gerar receita ao longo do contrato.

FísicoAtivo de infraestrutura
Por usoOrigem da receita
Em expansãoMercado alinhado à transição energética
MensalPeriodicidade prevista dos repasses

Consulte os documentos e riscos de cada oportunidade antes de decidir.

Entenda o ativo

Por que eletropostos são um ativo de infraestrutura?

O Brasil deve ter mais de 5 milhões de veículos elétricos circulando até 2030. O principal gargalo para essa transição não é o carro elétrico em si: é a infraestrutura de recarga. Hoje, o país tem menos de 10.000 pontos de recarga públicos. A demanda exige 300.000.

Eletropostos bem posicionados, em shoppings, postos de combustível, condomínios e áreas de serviço em rodovias, geram receita recorrente por cada sessão de carregamento, com custos operacionais baixos e contratos de longo prazo com os proprietários dos locais.

A Troove estrutura os projetos de eletropostos e é responsável por construir e operar os carregadores. A DSG Capital investe junto com a comunidade, disponibiliza os documentos na plataforma e acompanha os resultados de cada operação.

Localizaçãofluxo, acesso e permanência avaliados
Demandauso esperado testado por cenários
Implantaçãoobra, conexão e equipamentos acompanhados
Operaçãodisponibilidade e receita monitoradas

Por que analisar

Por que esta classe de ativo importa?

Demanda estrutural em expansão

A frota de carros elétricos avança de forma acelerada no Brasil. Cada novo veículo elétrico cria demanda adicional por infraestrutura de recarga, que ainda é escassa no país.

Receita recorrente por uso

O modelo pay-per-charge gera receita a cada sessão de carregamento, ao longo de todo o dia. Diferente de um aluguel, a receita não depende de um único locatário, mas do volume de uso de cada ponto, que pode variar.

Localização estratégica validada

Cada ponto é selecionado por análise de dados de tráfego, frota elétrica regional e comportamento de usuários. A localização é o principal ativo da operação, e a seleção é criteriosa.

Ativo ESG de verdade

Investimento alinhado à transição energética e às metas de descarbonização do Brasil para 2035. Atende critérios ESG sem abrir mão de retorno financeiro competitivo.

Ativo físico com contrato longo

Os equipamentos são ativos físicos instalados em locais com contrato de exclusividade de 5 a 10 anos. Não é software nem especulação: é infraestrutura física instalada.

Operação a cargo da Troove

A Troove, nossa parceira, já constrói e opera redes de recarga em funcionamento. Trabalhamos com dados reais de receita por ponto, não com projeções baseadas em planilha.

Da origem ao acompanhamento

Como funciona na DSG Capital

A oportunidade é analisada, documentada e acompanhada. A decisão continua sendo de cada membro da comunidade.

01

Seleção e construção dos pontos

A Troove, nossa parceira operacional, seleciona os locais e é responsável por construir e operar os carregadores. A escolha de cada ponto é embasada em dados de tráfego e frota elétrica regional.

02

Documentos e participação

A Troove estrutura o projeto e define contratos, cronograma e prazo. A DSG Capital investe junto com a comunidade e disponibiliza os documentos da operação para consulta antes da decisão.

03

Você participa

Complete seu cadastro e faça o aporte. O capital financia a implantação e a operação dos eletropostos conduzidas pela Troove.

04

Receba sua parte da receita

Os carregadores entram em operação sob gestão da Troove e geram receita por sessão. A DSG Capital faz a distribuição dos rendimentos aos investidores, com acompanhamento pelo dashboard.

Antes de decidir

Riscos avaliados, exposição reduzida.

Cada oportunidade possui riscos próprios. Diligência, estrutura e acompanhamento ajudam a reduzir sua probabilidade ou impacto, mas não eliminam atrasos, perdas ou iliquidez.

Ponto de atenção 01

Risco de adoção de mercado

Se o crescimento de EVs for mais lento que o projetado, a receita por ponto pode ficar abaixo do esperado nos primeiros anos de operação.

Como mitigamos este risco

A seleção considera tráfego, frota elétrica regional, acesso e permanência no local. As projeções incluem cenários de utilização abaixo do esperado.

Ponto de atenção 02

Risco tecnológico

A evolução dos padrões de carregamento pode exigir manutenção, adaptação ou substituição de equipamentos.

Como mitigamos este risco

A operação acompanha disponibilidade e desempenho dos carregadores. Quando previsto nos documentos da oferta, há reserva de manutenção para atualização ou reparo.

Ponto de atenção 03

Risco regulatório

Mudanças na regulação de energia elétrica ou em incentivos fiscais podem impactar a economicidade das operações.

Como mitigamos este risco

O ambiente regulatório é acompanhado e mudanças relevantes são incorporadas às premissas e comunicadas durante a operação.

Ponto de atenção 04

Risco de liquidez

As cotas não têm liquidez diária. A operação é de prazo indefinido, estruturada para o longo prazo, sem data de encerramento pré-definida. Não recomendado para capital de reserva de emergência.

Como mitigamos este risco

O prazo indefinido e a inexistência de saída diária são destacados antes do aporte. O investidor deve limitar a exposição a recursos que possam permanecer alocados no longo prazo.

Para entender melhor

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns de investidores sobre esta classe de ativo.

Comunidade DSG

Vá além do retorno tradicional, com rigor em cada oportunidade.

Acesse oportunidades selecionadas, consulte documentos, avalie os riscos e acompanhe seus investimentos em um só lugar.

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